terça-feira, 19 de julho de 2011
sábado, 11 de junho de 2011
.

quarta-feira, 4 de maio de 2011
Estudo bíblico nas comunidades
Caros amigos!
Após o término da Quaresma e do Tríduo Pascal, onde refletimos sobre o tema da Campanha da Fraternidade, agora é hora voltarmos para o estudo bíblico mais específico.
Usando da mesma organização, isto é, grupos que se reuniram nas casas, no salão das comunidades, etc., para refletir sobre o tema da Campanha, são convidados a continuarem se reunindo para aprofundar sua reflexão sobre a Palavra na vida de cada um e da comunidade, é a Bíblia que ilumina a vida.
Destes grupos, devem sair lideranças para organizar na paróquia uma coordenação paroquial que articule estes encontros de reflexão. Contudo, contuamos com os encontros bimestrais de acordo com cronograma diocesano da pastoral bíblica.
Oferecemos o material, como subsídio, para que facilite a realização destes grupos de estudo bíblico nas comunidades, que é o material postado neste blog (lado direito), com o título: A Bíblia Ilumina a Vida.
Vamos nos unir em prol do grande objetivo que é levar a Palvra à todos, criando uma grande teia evangelizadora, onde a Bíblia se faça presente nas mãos no máximo possível de irmãos e irmãs.
Um abraço carinhoso!
Luiz Francisco da Silva
Pastoral Bíblica
quarta-feira, 27 de abril de 2011
A Bíblia na mão, no coração e vida da gente
“ que fizestes com a minha Palavra?” (Bernanos).
Muito nos ajudou o acontecimento da 5ª.Conferência em Aparecida, a grande reunião dos Bispos da América Latina, o Ano Paulino, conhecendo o discípulo, o apóstolo e missionário, o Ano Catequético, indicando o caminho do discipulado, e América Latina, o Brasil a Diocese de Registro na missão Continental. – Mas nada disso irá caminhar sem o conhecimento da Palavra de Deus.
Chegou a “hora da Bíblia”, com esperança de promover a primavera da Igreja. O que precisamos é de atração, fascinação e gosto pela Palavra de Deus. As duas asas que movem a conscientização, a mobilização e vivência da palavra de Deus são: a Espiritualidade Bíblica(revigora a pastoral e reforça o profetismo, o discipulado, a missão, o serviço da vida) e a animação bíblica de toda a pastoral( faz participar da liturgia da comunidade, suscita a fome de ouvir a palavra de Deus, ilumina cada acontecimento-fato que envolve a vida, anima cada iniciativa da vida da comunidade, nos dá coragem nas pastorais sociais). Precisamos de um mutirão bíblico, para ter o livro da Palavra, para ler, estudar, rezar, refletir, viver e celebrar a Palavra.
É urgente a necessidade de conhecer a palavra de Deus e alargar o encontro com a Sagrada Escritura, assim a palavra de Deus será conhecida, servida, amada. aprofundada e vivida na comunidade.. É preciso reconhecer que o maior dever da Igreja é passar a Palavra a todos. No livro do Apocalipse 10,9, mostra como a Bíblia é o livro da vida “Toma-o e come-o”.
A leitura orante da Bíblia é a porta do santuário bíblico. Ela desperta o gosto e amor pela Palavra, abre a mente para o estudo bíblico e facilita a vivência cotidiana da Palavra. Ela deve ser ensinada nas casas nos pequenos grupos, retiros e reuniões, encontros de pastorais, comunidades e celebrações. Ela (leitura) deve ser diária, rezar com a Bíblia na mão, estudar as Escrituras, formar grupos bíblicos, ter ministros da celebração da Palavra bem preparados, e transformar o “catolicismo devocional e sacramentalizador” em “catolicismo bíblico”.
A Palavra é pão: toma-o e come-o”Ap10,9; a palavra é ouro, prata, tesouro, lâmpada(Sl 118); a palavra é como chuva(Is 55,1l); a palavra é como espada(hb4,12), como leite (1 Cor 3,2)como carta (II Cor 3,3), como semente(mc.4,14).
“Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna e nós cremos” Jo 6,68.
D. José Luiz Bertanha
bispo diocesano de Registro
quarta-feira, 13 de abril de 2011
A festa de Pesah
É difícil estabelecer com exatidão o sentido originário da festa da Páscoa (Pesah). Entretanto, para uma grande parte dos estudiosos, Ela tem origem numa tradição pastoril muito antiga. Entre outras explicações, uma delas é que a festa surgiu entre os pastores nômades semitas: “havia uma época em que as cabras e ovelhas paravam de procriar. Para eles era porque um espírito mau, um demônio andava em volta do acampamento, assustando os animais, o que impedia as fêmeas de terem suas crias”. Era necessário realizar um rito afim espantar esse “demônio”: eles matavam um animal e, com o sangue, aspergiam os pastos para que as ovelhas voltassem novamente a procriar. Uma outra explicação entre os pastores semi nômades, é a de que havia em seus acampamentos um espírito (demônio) que os protegia,porém, era muito afeiçoado ao local. E quando havia necessidade de mudança para outros locais, em busca de novas pastagens, este espírito procura impedir, realizando muitos malefícios entre os animais e as famílias. Era necessário aspergir o acampamento e as estacas das tendas com o sangue de um dos animais, prendendo ali o espírito para sempre. Assim os pastores poderiam seguir viagem com tranqüilidade.
Este processo migratório se dava provavelmente no início da primavera (Março/Abril), quando terminava o período das chuvas. E era também a época em que os agricultores iniciavam a colheita; assim os pastores podiam contar com as sobras da palha para alimentar de forma adequada os rebanhos.
Por esta ocasião celebrava-se o Rito Pascal. Matava-se um cordeiro e a carne era consumida na mesma noite. Não podia ser qualquer animal, tinha que ser um macho, sem defeito e de um ano de idade.
A Festa da Páscoa evoluiu mais tarde em Israel. Com os acontecimentos do Êxodo, Ela foi provavelmente reelaborada e adquiriu um novo significado histórico e religioso. Conforme Êxodo, capítulo 12, a Páscoa foi instituída como Festa de Libertação, por ocasião da saída do povo judeu da escravidão do Egito. Ela é vista como o momento da passagem do anjo de Deus, poupando as casas dos Israelitas marcadas com o sangue do cordeiro nos umbrais das portas. Este rito de celebração deveria ser feito “às pressas”, da seguinte forma: cada família deveria matar um cordeiro do rebanho e consumir a carne assada, com pão sem fermento e ervas amargas, preparando-se assim para a viagem da “liberdade”. Este momento tornou-se tradição sagrada para Israel. Seria celebrado por toda a posteridade, como marca fundamental de sua história libertária. – “...Eu vi a opressão e o clamor do meu povo no Egito....conheço seu sofrimento, e desci para libertá-lo...” (Êx.3,7-8).
Os cristãos celebram a Páscoa como continuidade dessa história de libertação, porém, com um sentido novo. Jesus Cristo, ao vir ao mundo, assumiu as causas de toda a humanidade. Ele celebrou a Páscoa com seus discípulos (Mt. 26,17-29; Mc. 14,12-25; Lc.22,7-20). Ele transforma este rito; não mais celebra com sangue, carne de cordeiro ou ervas amargas. Ele mesmo se coloca como o “Cordeiro Pascal” e derrama seu sangue pela libertação de toda a humanidade. Mandado pelo Pai, Jesus foi designado para celebrar a Páscoa Definitiva; entregou sua vida para que todos tivessem vida em liberdade. Ninguém deve ser escravizado, em Jesus somos livres. Sua morte e Ressurreição são o sublime ato de amor de Deus por todos os filhos e filhas. Ao ressuscitar triunfante Jesus venceu para sempre todo o tipo de morte que escraviza e destrói vidas.
Nós cristãos somos assim, celebramos a Páscoa cremos ser a vida o maior dom, o sublime presente concedido por Deus a todas as criaturas.
Celebre a Páscoa, faça dela uma Festa. Porém, festa da vida. Preserve a sua e a vida de todos. Cuide delas com carinho. Toda a criação precisa de respeito. Só assim sua Páscoa será cristã.
Feliz Páscoa!
Pe. Brasílio
Paróquia São João Batista
Assessor de Bíblia
Pe. Brasílio
Paróquia São João Batista
Assessor de Bíblia
Assinar:
Postagens (Atom)
